“Quero ser bem próximo do povo”, diz capixaba que é bispo da Arquidiocese do Rio

Fiel em momento de fé e oração

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Nascido em Conceição de Muqui, o monsenhor Joselito Ramalho Nogueira tem uma trajetória marcada pela dedicação à fé e à educação. Antes de ingressar no sacerdócio, formou-se engenheiro agrônomo pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) em 1986. E formou-se mestre e doutor em Roma.

Joselito Ramalho Nogueira será recebido pelas comunidades da Arquidiocese do Rio de Janeiro no dia 10 de maio, na Catedral de São Sebastião

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Divulgação/Diocese de Cachoeiro de Itapemirim

A Tribuna O que mais marcou seu tempo de estudos em Roma?Joselito Ramalho Nogueira O contato com pessoas de diversas culturas e a experiência de uma Igreja verdadeiramente universal. Foi um período de grande crescimento espiritual e intelectual.O papa Francisco tem influência no seu ministério?Sem dúvida. O Papa nos inspira com sua simplicidade e amor pelos mais necessitados. Sua visão de uma Igreja me motiva a seguir esse caminho.Como recebeu a notícia de sua nomeação?Com surpresa e emoção. Não esperava, mas acolhi com humildade e gratidão. É uma grande responsabilidade. O que significa para o senhor assumir essa missão?É um chamado ao serviço. Quero ser um bispo bem próximo do povo, acolhedor e atento às necessidades das comunidades.Se tivesse a chance de falar com o Papa, o que diria?Diria: “Muito obrigado pelo seu testemunho de fé e amor. Reze por mim, Santo Padre!”. Antes do sacerdócio, o senhor cursou Agronomia. Como isso influenciou sua caminhada?Aprendi a importância da paciência, do cuidado e da dedicação. Assim como na agricultura, no ministério pastoral precisamos semear com carinho para colher frutos no tempo certo.

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