Família contesta versão de assassino de idoso e afirma: “foi latrocínio”

Irmã da vítima rebate depoimento do suspeito e pede investigação mais apurada: “Queremos que a Justiça seja feita”

Foi sepultado neste final de semana o corpo do idoso Antonio Donizete Freschi, 64 anos. Ele foi morto a facadas na última sexta (28) dentro da residência que morava na Rua 10, bairro Vila Olinda.

O autor do crime está preso mas apresentou uma versão dos fatos que para a família da vítima é totalmente mentirosa e fantasiosa como explica Fátima Cristina Freschi Silva: “O criminoso disse que conhecia o meu irmão e eu não acredito nisso. Alegou que o apelido do meu irmão era Dondeco mas nunca ouvimos ninguém chamar ele assim. O apelido do meu irmão era Zeti. Eles não tinham ligação, amizade. Naquela madrugada eu acredito que ele invadiu a casa do meu irmão que são dois cômodos e meu irmão ao escutar barulho foi averiguar”, conta a irmã.

Sobre a luta corporal Fatima não tem dúvidas que realmente aconteceu mas foi para o irmão se defender: “O criminoso disse que teve que partir para cima do meu irmão porque estava sendo enforcado. Não existe isso. O Zeti estava se recuperando da dengue e se ele lutou foi pra se defender. Em outro ponto do depoimento ele alega que estavam usando drogas e meu irmão não tinha vícios”, pontua.

Sobre a autuação do autor por homicídio, Fátima lamenta: “Queremos ser ouvidos pela Polícia Civil. É preciso que eles ouçam a gente, amigos, conhecidos do meu irmão. Como que não foi latrocínio se até agora o telefone do meu irmão não apareceu? Foi um crime cruel e maldoso. As autoridades não podem confiar na palavra de um criminoso que mentiu para a esposa dizendo que estava no serviço e foi usar drogas. Depois mentiu que tinha sido vítima de roubo. Só queremos que a Justiça seja feita”, finaliza.

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