Mulher acusada de matar pai e madrasta morre após sair da prisão

Cláudia de Almeida Heger, 51 anos, morreu na última quinta-feira (20) após ser transferida da Penitenciária Estadual Feminina de Guaíba para o Centro de Custódia Hospitalar Vila Nova, onde trataria uma infecção. Ela era acusada de matar o pai, Rubem Heger, 85 anos, e a madrasta, Marlene dos Passos Stafford Heger, 53, incinerando seus corpos em uma churrasqueira em 2022.

De acordo com a Secretaria de Sistemas Penal e Socioeducativo (SSPS), Cláudia foi transferida na quarta-feira (19), a pedido do médico da Unidade Básica de Saúde da penitenciária. No dia seguinte, faleceu. Conforme a Polícia Penal, o atestado de óbito aponta que a morte foi causada por complicações de comorbidades, incluindo diabetes, obesidade, hipertensão arterial e infecção do trato urinário.

Crime e investigação

Cláudia respondia pelo homicídio e pela ocultação de cadáver do pai e da madrasta ao lado do filho, de 29 anos. Em delação premiada firmada em novembro de 2024, ele revelou que a mãe teria colocado uma substância na comida do casal para matá-los e, em seguida, ambos transportaram os corpos para a casa dela, onde os incineraram em uma churrasqueira.

O crime aconteceu em Cachoeirinha, na Região Metropolitana, em fevereiro de 2022. A tese do Ministério Público (MP) é de que o crime foi motivado por desavenças familiares e interesse financeiro. Em 2016, Cláudia já havia sido processada por um falso sequestro, o que teria causado um rompimento com o pai.

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