Nada é por acaso: o exemplo de Pernambuco na cultura

Não é segredo para ninguém que Pernambuco tem pelo menos duas manifestações que são referências na cultura do Nordeste: os festejos juninos e o Carnaval.

É praticamente impossível encontrar um pernambucano que não reverencie a tradição desses dois eventos consagrados no calendário regional.

Há, entretanto, uma explicação para a preservação do Carnaval e das festas juninas, com consequente contágio – no bom sentido – da população do vizinho Estado por essas causas: a inclusão dessas manifestações culturais no currículo das escolas públicas e particulares.

Por conta disso, qualquer criança alfabetizada com cerca de cinco anos de idade já conhece os principais personagens e fatos relacionados a dois temas marcantes da cultura do Nordeste.

Que nós, alagoanos, possamos seguir esse bom exemplo também transmitindo às nossas crianças e adolescentes noções fundamentais da nossa cultura, incluindo as manifestações folclóricas.

Afinal, conforme apregoava o saudoso professor e folclorista Ranílson França, Alagoas é, dos Estados brasileiros, o que tem mais manifestações folclóricas.

Por que, então, não perpetuar os seus ensinamentos?

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