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Além de abastecer o mercado interno, esses grupos criminosos expandem a distribuição do MDMA para países vizinhos, como Argentina, Uruguai e Chile. A entrada crescente de drogas sintéticas no Brasil indica uma mudança no fluxo do tráfico, antes visto apenas como ponto de exportação de cocaína.O esquema envolve rotas sofisticadas e diversos meios de transporte, incluindo remessas por contêineres, voos comerciais e até envios pelos Correios. De acordo com o relatório, entre 2019 e 2022, ao menos 1,2 tonelada de MDMA saiu da Europa com destino à América Latina, sendo que 141 quilos foram interceptados no Brasil. O aumento do consumo e a possibilidade de altos lucros estão atraindo traficantes europeus para essa rota, que já deixou de ser uma via de mão única.