Corregedoria Geral de Justiça do RN realiza reunião de alinhamento de metas e diretrizes

A corregedora-geral de Justiça, desembargadora Sandra Elali, realizou na manhã desta quinta-feira 27, a primeira reunião para alinhamento das metas e diretrizes de 2025 da Corregedoria Nacional de Justiça com os juízes auxiliares e servidores da CGJ/RN. O objetivo foi designar as frentes de atuação dos magistrados e servidores para cada um dos objetivos nacionais.

“Fizemos essa primeira reunião com a equipe justamente para apresentar as três metas do CNJ que são relacionadas à Corregedoria, que seria a redução do acervo, decisão de procedimentos e diminuição do prazo dos processos disciplinares”, explicou a desembargadora Sandra Elali.

Os juízes corregedores auxiliares, Felipe Barros, Patrício Lobo e Patrícia Gondim também distribuíram entre si e os servidores do órgão a responsabilidade de acompanhar às sete diretrizes estratégicas da Corregedoria Nacional para o ano de 2025. O acompanhamento vai garantir o cumprimento dos pontos pelo Poder Judiciário potiguar através de parcerias com Núcleos, Comissões, Comitês e demais unidades.

Leia também: Advogada do RN terá de cumprir 7 anos de prisão por levar recado de facção

Confira as diretrizes a seguir:

Diretriz 1 – Estimular projetos para ampliar o acesso à Justiça de populações vulneráveis, como indígenas, migrantes e ribeirinhos, por meio de unidades de Justiça Itinerante e parcerias institucionais entre Tribunais e Entidades especializadas;

Diretriz 2 – Acompanhar e garantir o cumprimento de protocolos de julgamento com perspectivas de gênero e raça em processos judiciais e administrativos;

Diretriz 3 – Instituir, estimular ou viabilizar núcleos, departamentos ou ferramentas tecnológicas para mapear ações ambientais e de impacto ambiental, dentro das atribuições da Corregedoria, com modelos, painéis ou sistemas para monitoramento, controle e fiscalização do andamento;

Diretriz 4 – Estimular e acompanhar ações voltadas ao enfrentamento de todas as formas de violência contra a mulher e ao cumprimento da Política de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação no Poder Judiciário (Resolução CNJ n. 351/2020);

Diretriz 5 – Implementar e estimular ações de sustentabilidade e inclusão no âmbito do Poder Judiciário e de seus serviços auxiliares e acompanhar o cumprimento das Resoluções CNJ n. 400/21 e n. 401/21;

Diretriz 6 – Estimular, implementar e acompanhar ações de desjudicialização e resolução consensual de conflitos, incluindo gestão da litigância previdenciária e fiscal, demandas repetitivas e litigância abusiva, com apoio de Centros de Inteligência e novas tecnologias; e

Diretriz 7 – Implementar ações para estimular magistrados a utilizarem a cooperação judiciária, conforme a Resolução CNJ 350/2020, promovendo atos processuais compartilhados e a reunião de ações com fatos comuns, sob orientação dos Núcleos de Cooperação e informando à Corregedoria Nacional.

Adicionar aos favoritos o Link permanente.